terça-feira, 9 de abril de 2013

TOMÉ O VERDADEIRO

                    
A pregação dos apóstolos sobre a ressurreição de Jesus é antes de tudo uma elaboração discursiva encima do acontecido: a Ressurreição de Jesus, fato que as primeiras comunidades tiveram dificuldade de entender, a final de contas alguém que morreu crucificado, enterrado, ficando três dias debaixo da terra e depois aparece vivo! é algo difícil de se crer, se nos dias de hoje a descrença ainda é corrente com relação a este fato, imaginemos a dois mil anos atrás o quão difícil foi.
                      RESSURRECTIO do latim  = reerguimento, reanimação, recomeço, ressurreição: estas palavras apontam para o ato do Cristo que vive depois de ter morrido.
                     Não é simplesmente por desacreditar que um dos discípulos de Jesus, Tomé teve dificuldade de compreender, assumindo todo desejo de provar, ver, tocar, pois só dessa forma poderia acreditar.Talvez outros discípulos também não acreditassem e foram incapazes de admitir a descrença.
                       A sinceridade de Tomé assusta, mas ele é verdadeiro e fala aos discípulos: "se eu não ver as marcas dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei".
                       No evangelho de João, Tomé representa todos aqueles que perturbados não creram porque não entenderam como tal acontecimento pudesse ser real. O encontro de Jesus ressuscitado com Tomé narrado por João, se dirige aos simples, que necessitavam de conviver com o ressuscitado, não apenas com uma vaga idéia.
                        É somente convivendo com Jesus ressuscitado que se deixa de ser incrédulo, pois o próprio Jesus fala à Tomé: "não sejas incrédulo, mas fiel" e Jesus se permitiu tocar - então Tomé dá um passo à frente e proclama "Meu Senhor e meu Deus"!  - consciente da crença de Tomé, Jesus chama de bem-aventurados àqueles que crêem sem ver, esta é a realidade que devemos praticar, acreditar nos bens espirituais que acontecem sem que nossos olhos percebam.
                       Somos convidados a dar um passo à frente rompendo com as provas materiais, buscando no espírito a certeza inabalável de que em nossa vida precisamos sempre recomeçar, reanimar-nos, reerguer-nos, ressuscitar sempre a cada celebração, a cada dia, a cada morte que são as desilusões, frustrações, tormentos, decepções, aflições que como túmulos abertos querem nos engolir, nos matar, cobrindo-nos com as trevas da descrença.
                         Assumamos que Jesus ressuscitado é o Nosso Senhor e o Nosso Deus. Acreditemos e seremos bem-aventurados; somente dessa forma teremos vida em Jesus.
                                                  
                                                                    FELIZ PÁSCOA À TODOS OS PAROQUIANOS!!!
                                                                                                   Pároco
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sexta-feira, 5 de abril de 2013

CANTINHO DA CRIANÇADA



Santo Antônio

Nasceu em Lisboa, Portugal, dia 13 de setembro de 1191, e morreu com 36 anos, dia 13 de junho de 1231, nas vizinhanças de Pádua, Itália. Filho de Martinho de Bulhões e Teresa Taveira, de famílias ilustres, recebeu o nome de Fernando no batismo. Aos 15 anos, entrou no convento da Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, nas proximidades de Lisboa. Aí ficou dois anos e pediu para ser transferido para o mosteiro de Santa Cruz em Coimbra, porque eram tantas as visitas de parentes e amigos, que perturbavam sua paz. Em Coimbra fez filosofia e teologia e foi ordenado padre.Santo Antonio prega aos peixes. Reza a lenda que estando a pregar aos hereges em Rimini, estes não o quiseram escutar e viraram-lhe as costas. Sem desanimar, Santo Antônio vai até à beira da água, onde o rio conflui com o mar, e chama os peixes a escutá-lo, já que os homens não o querem ouvir. Dá-se então o milagre: multidões de peixes aproximam-se com a cabeça fora de água em atitude de escuta. Os hereges ficaram tão impressionados que logo se converteram.


Curiosidade

Você sabia que o país mais religioso do mundo é o Vaticano? Pois é, o Vaticano que é considerado uma “cidade-Estado” independente faz divisa com a capital da Itália, Roma. Lá, pesquisas mostram que 100% dos habitantes seguem o cristianismo (98% católicos e 2% sem filiação). Mesmo com todos os habitantes seguindo a mesma religião, devemos considerar o fato de que além de ser O MENOR PAÍS DO MUNDO (44 hectares = 0,44 km), lá também existem menos de mil habitantes. É a sede do Papa.


Domingo de PÁSCOA

Você sabia que a Páscoa sempre cai entre os dias 22 de março e 25 de abril?
É a partir da Páscoa que as outras datas do calendário cristão são estabelecidas. Ela é celebrada no 1º domingo depois da primeira Lua cheia do outono (no hemisfério sul). Dois dias antes disso é a Sexta-Feira Santa; 40 dias antes é a Quarta-Feira de Cinzas; 43 dias antes é o Carnaval. O domingo anterior ao dia da Páscoa é o domingo de Ramos, quando se celebra a entrada de Jesus em Jerusalém. A palavra Páscoa é hebraica e vem de Pessach, que significa Passagem. A Páscoa judaica comemora a travessia do mar Vermelho, feita quando o povo judeu se libertou de um longo período de escravidão no Egito. Mais tarde, os cristãos começaram a utilizar essa comemoração para relembrar a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, que eles acreditam ser o Filho de Deus.


A Oração de São Francisco, nasceu anônima, na periferia, sem que ninguém lhe desse importância especial. Mas nela tudo é verdadeiro e convincente.
A oração pela paz (como é conhecida) apareceu pela primeira vez em 1913 numa pequena revista local da Normandia, na França. Vinha sem referência de autor, transcrita de uma outra revista tão insignificante, que nem deixou sinal na história, pois não foi encontrada em nenhum arquivo da França.

Oração de São Francisco:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé; Onde houver erro, que eu leve a verdade; Onde houver desespero, que eu leve a esperança; Onde houver tristeza, que eu leve a alegria; Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó Mestre, Fazei que eu procure mais Consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido; amar, que ser amado. Pois, é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna.

               
SÃO TARCÍSIO - Patrono dos coroinhas

Tarcísio pertencia à comunidade cristã de Roma, era acólito, isto é, coroinha na    igreja. No decorrer da terrível perseguição do imperador Valeriano, muitos cristãos estavam sendo presos e condenados à morte. Nas tristes prisões à espera do martírio, os cristãos desejavam ardentemente poder fortalecer-se com Cristo Eucarístico. O difícil era conseguir entrar nas cadeias para levar a comunhão.   Nas vésperas de numerosas execuções de mártires, o Papa Sisto II não sabia como levar o Pão dos Fortes à cadeia. Foi então que o acólito Tarcísio, com cerca de 12 anos de idade, ofereceu-se dizendo estar pronto para esta piedosa tarefa. Relativamente ao perigo, Tarcísio afirmava que se sentia forte, disposto antes morrer que entregar as Sagradas Hóstias aos pagãos.
Comovido com esta coragem, o papa entregou numa caixinha de prata as Hóstias que deviam servir como conforto aos próximos mártires. Mas, passando Tarcísio pela via Ápia, uns rapazes notaram seu estranho comportamento e começaram a indagar o que trazia, já suspeitando de algum segredo dos cristãos. Ele, porém, negou-se a responder, negou terminantemente. Bateram nele e o apedrejaram. Depois de morto, revistaram-lhe o corpo, nada achando com referência ao Sacramento de Cristo. Seu corpo foi recolhido por um soldado, ocultamente cristão, que o levou às catacumbas, onde recebeu honorifica sepultura.  Ainda se conservam nas catacumbas de São Calisto inscrições e restos arqueológicos que atestavam a veneração que Tarcísio granjeou na Igreja Romana. Tarcísio foi declarado padroeiro dos coroinhas ou acólitos, que servem ao altar. Mais uma vez encontramos a importância da Eucaristia na vida do cristão e vemos que os santos existem não para serem adorados, mas para nos lembrar que eles também tiveram fé em Deus. Eles são um exemplo de fé e esperança que deve permanecer sempre com as pessoas. Então, a exemplo de São Tarcísio, estejamos sempre dispostos a ajudar, a servir. Se cada um fizer a sua parte realmente nos tornaremos um só em Cristo.

   
São Cosme e São Damião - Protetor das crianças


Dois dos santos mais citados na Igreja: Cosme e Damião. Eram irmãos gêmeos, médicos de profissão e santos na vocação da vida. Viveram no Oriente e, desde jovens, eram habilidosos médicos. Com a conversão passaram a ser também missionários, ou seja, aproveitando a ciência com a confiança no poder da oração levavam a muitos a saúde do corpo e da alma. Viveram na Ásia Menor, até que diante da perseguição de Diocleciano, no ano 300 da era cristã, foram presos pois eram considerados inimigos dos deuses e acusados de usar feitiçarias e meios diabólicos para disfarçar as curas. Tendo em vista esta acusação, a resposta deles era sempre: "Nós curamos as doenças, em nome de Jesus Cristo e pelo Seu poder!" Diante da insistência, quanto à adoração aos deuses, responderam: "Teus deuses não têm poder algum, nós adoramos o Criador do céu e da terra!" jamais abandonaram a fé e foram decapitados em 303. São considerados os padroeiros dos farmacêuticos, médicos e das faculdades de medicina e das crianças.


Santa Maria Goretti

A virgem e mártir que encantou e continua enriquecendo os cristãos com seu testemunho de "sim" a Deus e "não" ao pecado. Nascida em Corinaldo, centro da Itália, era de família pobre, numerosa e camponesa, mas muito temente a Deus.
Com a morte do pai, Maria Goretti, com os seus, foram morar num local perto de Roma, sob o mesmo teto de uma família composta por um pai viúvo e dois filhos, sendo um deles Alexandre. Aconteceu que este jovem por várias vezes tentou seduzir Goretti, que ficava em casa para cuidar dos irmãozinhos. E por ser uma menina temente a Deus, sua resposta era cheia de maturidade: "Não, não, Deus não quer; é pecado!" Santa Maria Goretti, certa vez, estava em casa e em oração, por isso quando o jovem, que era de maior estatura e idade, tentou novamente seduzi-la, Goretti resistiu com mais um grande não. A resposta de Alexandre foram 14 facadas, enquanto da parte de Goretti, percebemos a santidade, na confidência à sua mãe: "Sim, o perdôo... Lá no céu, rogarei para que ele se arrependa... Quero que ele esteja junto comigo na glória eterna". O martírio desta adolescente, de apenas 12 anos, foi a causa da conversão do jovem assassino, que depois de sair da cadeia esteve com as 400 mil pessoas, na Praça de São Pedro, na ocasião da canonização dessa santa, e ao lado da mãe dela, que o perdoou também. Santa Maria Goretti manteve-se pura e santa por causa do seu amor a Deus, por isso na glória reina com Cristo.
  

BÍBLIA - I

O fato de sermos todos criados por Deus, faz com que chamemos-nos de irmãos. Quando se trata de seguir uma fé. Este termo irmão "sofre" uma quebra, por exemplo, a diferença entre católicos e protestantes. O que separa é a forma que cada grupo tem de viver a sua fé, são muitas as diferenças, tanto de um lado como de outro, porém, o que nos une é antes de tudo a filiação divina: o amor de Deus.
Uma diferença forte aparece com relação à bíblia: as Igrejas protestantes dizem que a mesma é uma só.
 É observado que a bíblia usada pelos protestantes está incompleta, falta-lhes sete livros do Antigo Testamento, esses livros são tidos pelos mesmos como não inspirados.
Na bíblia católica estes livros estão presentes e são riquíssimos em ensinamentos, são eles: Tobias, Judite, Sabedoria, 1º e 2º dos Macabeus, Baruc, Eclesiástico e parte de Ester (10,4-16,14) bem como Daniel (3,24-90; 13,14), os apóstolos consideram esses livros inspirados pelo Espírito Santo desde sempre.
Não foi a Igreja Católica que acrescentou os sete livros na bíblia. O ex-monge e ex-católico Martin Lutero, que se desligando da Igreja não quis reconhecer o valor desses livros e os eliminou quando recopiou a bíblia do alemão para o próprio alemão (ele não traduziu a bíblia como é dito pelos protestantes).
A bíblia não surgiu de uma única vez, começou a ser escrita por volta de  1.250 A.C. Não foi escrita em um único lugar, e sim em vários. Grande parte do A. T. e do N. T. foram escritos na Palestina, outras partes foram escritas na Babilônia, outras no Egito, algumas do Novo Testamento na Síria, Grécia, Ásia MenorItália.
Não foi escrita em uma única língua, os originais aparecem em três línguas diferentes, o A.T. em Hebraico (língua da Palestina), parte do Antigo Testamento foi escrito em Aramaico, o livro da sabedoria e todo o Novo Testamento, foram escritos em Grego.
Esta diferença aconteceu porque no século terceiro A.C. foi feita no Egito uma tradução do A. T. em língua Grega, denominada setenta (porque foram setenta e dois sábios que a traduziram). A tradução dos setenta ficou maior que a tradução Hebraica porque comtemplou os livros que os judeus não consideravam inspirados. Os apóstolos preferiram a tradução Grega, era a língua popular falada por todos, isso facilitou o conhecimento e a divulgação da Palavra de Deus. Já os protestantes preferiram a tradução  Hebraica que não comtemplava os sete livros, pois como os judeus antigos não os consideram inspirados pelo Espírito Santo.
Para criar polêmica com a Igreja, Martin Lutero ao recopiar a bíblia da língua alemã para a própria língua alemã, rejeita os sete livros, que foram aceitos pelos apóstolos, aí  esta a grande diferença.
A Igreja católica se define como apostólica, porque segue o costume dos apóstolos, como este de aceitar todos os livros que compõe a bíblia como profundamente inspirados pelo Espírito Santo.
Em 393 o Concílio de Hipona define pela 1ª vez a lista dos livros sagrados, entre eles os 27 do N.T. e definiu como canônico aqueles que constam a mais na Bíblia Católica e desde a antiguidade foram acolhidos pela fé e pela prática dos apóstolos.
Em 419 esse conjunto de livros que forma a bíblia, torna-se usual na tradição cristã, foram reafirmados em 1442 no Concílio de Florença, depois no Concílio de Trento em 1546 e 1870 no Vaticano I, também em 1965 no Concílio Vaticano II. Esta é a verdadeira Bíblia.

Padre Antonio Gouveia

terça-feira, 2 de abril de 2013

AGRADECIMENTO

A Paróquia Santo Antonio, do Burgo Paulista, agradece carinhosamente todas as pessoas que participaram da Semana Santa - 2013, desde a procissão de Ramos que foi bem participada; adoração do Santíssimo segunda-feira; o Terço meditado que de forma muito tocante contagiou a todos os participantes; na quarta-feira Via Sacra assim como aconteceu em todas as sextas-feira durante a quaresma; quinta-feira na parte da manhã celebração da Penitência com longo período de confissão auricular. Cerimônia do Lava-pés a noite onde o pároco lavou os pés de oito casais; na noite da quinta-feira até às tres horas da tarde da sexta-feira houve adoração ao Santíssimo sendo um horário reservado para as crianças da catequese, o momento muito forte foi o cerimônia do Beijo da Cruz e meditação do sofrimento, morte e ressurreição de Jesus; no sábado santo a missa do Fogo Novo tocou os fiéis e Círio Pascal aceso entre cantos de louvor e alegria do ressuscitado presente em todos os participantes. O momento de grande intensidade foi a Santa Missa da Ressurreição às nove e as dezenove horas. Houve muito envolvimento por  parte do povo, assim podemos perceber que a Paróquia está viva e ressuscitada no Cristo Pascal, bençãos à todos os paroquianos.

Pároco

CONVÉM SER HONESTO COM A IGREJA

Trecho da pregação do pastor protestante, T.B.Thompson da plymouth da igreja congregacional de Chicago   "TEMOS DE ADMITIR, COM TODA A HONESTIDADE, QUE A IGNORÂNCIA, O CONHECIMENTO SUPERFICIAL E OS ATAQUES MALICIOSOS POR PARTE DE MUITOS, EM MUITAS CIRCUNSTÂNCIAS, TEM-SE REVELADO PÉSSIMA INTERPRETAÇÃO DO ENSINO DA IGREJA CATÓLICA ROMANA.

"CONTEMPLAR SUA HISTÓRIA É O MESMO QUE ADIMIRÁ-LA. REFORMAS, GUERRAS, IMPÉRIOS E REINOS TEM-SE ARMADO CONTRA ELA. APÓS CENTENAS DE ANOS ELA PERMANECE FORTE E INABALAVELMENTE ENRAIZADA NA VIA DE MILHÕES DE PESSOAS QUE ELA EDUCA, GUIA E EVANGELIZA. A ELA COM SUBLIME RESPEITO OS NOSSOS PROFUNDOS E SINCEROS AGRADECIMENTOS! A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA É A PÉROLA MAIS SUBLIME QUE O MUNDO JAMAIS PODE CONHECER! GOVERNOS E GOVERNANTES TEM VIVIDO E DECIDO AOS TÚMULOS DE SUAS RESPECTIVAS NAÇÕES, DESDE A SUA EXISTÊNCIA! POVOS DE TODAS AS LÍNGUAS TEM VENERADO SEUS ALTARES! A IGREJA UNA, SANTA, CATÓLICA, APOSTÓLICA E ROMANA, ENTRETANTO, TEM PERMANECIDO SÓLIDA PELA LEI E A ORDEM. SUA MANEIRA E SUA ESTRATÉGIA DE PODER ZELAR E PROTEGER SEUS FILHOS CONTRA AS FALSAS DOUTRINAS E EXIBICIONISMOS TEATRAIS DO PROTESTANTISMO OPORTUNISTA TEM SIDO ALGO ESPLENDIDO! QUANDO ELA FALA, LEGISLADORES, POLÍTICOS E GOVERNOS PARAM PARA ESCUTÁ-LA, NORMALMENTE PARA OBEDECE-LA. NO CULTO QUE ELA EXERCE SEU MINISTÉRIO TEM SIDO INCOMPARÁVEL É UM DOS MAIS SUBLIMES ATÉ HOJE CONHECIDO PELA HUMANIDADE. NA DIFUSÃO DO ROSÁRIO, ESTÁTUAS E PINTURAS DE SEUS GRANDES HERÓIS DE VIRTUDES CRISTÃS E DA MÚSICA, ELA SOUBE FAZER USO DE MANEIRA MAGNÍFICA E INTELIGENTE DO SEU SIMBOLISMO. A UTILIZAÇÃO DA MÚSICA E DA PINTURA TEM SERVIDO DE GENUÍNA E PROFUNDA INSPIRAÇÃO À OBRA DE ARTE; SUAS CATEDRAIS SÃO, ATÉ OS NOSSOS DIAS, SANTUÁRIO DE TODOS OS PELEGRINOS."     (cf. The facets about Luther, Msgr. Patrick F.  O'Hare, lld).

Padre Antonio Gouveia


segunda-feira, 1 de abril de 2013

RESSURREIÇÃO: O GRANDE BEM

Plantada no chão e regada no sangue de Jesus, A CRUZ se eleva do pó da terra para as alturas celestiais, é a arvore da vida cujo fruto pendente, o Cristo Jesus não é mais proibido (como foi o fruto da árvore do paraíso), mas oferecido como pão à todos que querem saciar a fome de amor, fé, justiça e paz.
Assim como o pão feito do trigo é sovado e muitas vezes batido e amassado, Cristo o pão da vida, também passou por este processo todo, o seu sofrimento foi a preparação do alimento que  sempre existirá (eucaristia), o pão da vida.
Jesus apresentado como servo sofredor, esvazia-se e se faz pão para os fracos e oprimidos pelo pecado, pela fome de amor e compreesão, "Este é o meu corpo, comam". Seu sangue é a seiva real, a bebida enebriante, o vinho novo da alegria eterna, a própria vida em Deus. "Este é o meu sangue, bebam", tudo de si é oferecido de forma gratuita e generosamente semeado para o bem de todos.
Comer o corpo de Jesus, é formar comunhão e vivenciar a eucaristia. Beber o seu sangue é mergulhar no mistério da comum-união (comunhão) do céu com a terra, dos homens entre si, tornando-se uno pela ponte sagrada: a cruz.  Assumir, envolver-se com a proposta de Jesus na edificação de uma humanidade fortalecida e nutrida no alimento do amor, o pão da unidade, deve ser resultante da fé que abraçamos.
A transcedência deste evento (crucificção, morte e ressurreição de Jesus) é testemunhado por muitos. A ressurreição na manhã do domingo da passagem para a vida (páscoa), o sepulcro vazio, pois o mesmo não tinha como segurar o corpo de Cristo, há tempos Ele já havia se doado para o bem de todos.
O susto dos discípulos que não podiam ainda compreender, mas rompendo a expectativa do acontecido, a ressurreição de Cristo, foram aos poucos sentindo e crendo que Jesus é o Senhor dos vivos e dos mortos, o primeiro dos ressuscitados. Não há mais morte e sim ressurreição, e a morte o grande tormento não é mais fim. Podemos afirmar: até para a morte tem jeito, este jeito é exatamente a ressurreição, fato fundante da fé cristã e sobretudo católica.

Padre Antonio Gouveia