quinta-feira, 18 de abril de 2013

PEDRO


O apóstolo Pedro, nasceu em Betsaida "casa da pesca", era filho de Jonas da tribo de Neftali, seu irmão era André e moravam  em Cafarnaum eram pescadores (Mt 4,18), Pedro conheceu Jesus através de seu irmão André (discípulo de João Batista) ambos moravam com a sogra de Simão que por Jesus é chamado de Pedro.
                A vida de Pedro é apresentada nos quatro evangelhos, também aparece nos Atos dos apóstolos, nas epístolas de Paulo e nas duas que o próprio escreveu, na sua primeira epístola ele se apresenta como "Pedro apóstolo de Jesus Cristo" (1,1,) aquele que testemunhou o sofrimento de Cristo. A sua epístola é dirigida aos povos da Ásia Menor, convertidos do paganismo, dirigida também para pessoas abastardas e para os escravos, a sua segunda epístola é dirigida a todos os cristãos.
                                   É o líder dos apóstolos. Junto com seu irmão André e seus amigos Tiago e João, fazem parte do círculo íntimo de Jesus.
                                   Pedro passou sua vida pregando o Evangelho depois que conheceu Jesus. Foi o fundador da Igreja de Roma e seu primeiro papa, durante os anos de 42 a 67. Homem de temperamento forte e rude, porém generoso e de bom coração, foi chamado por Jesus de Quepha (pedra), também era chamado de Simão, que significa "ouvir"  por isso, ouviu Jesus  o seu chamado, o mesmo escreveu pouco, mas teve grandes momentos ao lado de Jesus e pode mostrar o seu "EU" verdadeiro, tanto nas suas grandezas quanto nas suas fraquezas:
  •  andou sobre as águas (Mt 14,29);
  •  presenciou a ressurreição do filha de Jairo (Mc 5,23);
  •  viu a agonia de Jesus no Getsêmani (Mt 26, 37);
  •  pregou no dia de pentecostes (Atos 2- 14);
  •  curou um coxo na porta do templo (Atos 3,2);
  •  curou um paralítico (Atos 9, 34);
  •  ressuscitou Tabita (Atos 9, 40).
      A bíblia também aponta suas fraquezas:
  • duvidou e começou a afundar (Mt 14, 30);
  • repreendeu a Cristo (Mt 16, 22);
  • negou a Cristo três vezes (Mc 14, 66-72);
  • teve duplo comportamento (Gl 2, 11-12).
                                 O mesmo morreu crucificado de cabeça para baixo, algo que ele próprio pediu ao seu carrasco, pois se achava indigno de morrer crucificado igual a Jesus, tudo isso aconteceu depois de sua prisão por ordem do rei Agripa I, é levado a Roma como prisioneiro durante o reinado do imperador Nero e aí foi executado.

Padre Antônio Gouveia

quarta-feira, 17 de abril de 2013

SAO JOÃO EVANGELISTA

         Filho de Zebedeu e de Maria Salomé, uma das santas mulheres que gostava de ouvir e acompanhar Jesus, João tinha como irmão Tiago maior, ajudava o pai no ofício de pescaria, os dois foram discípulo de João Batista, esses irmãos participaram dos grandes momentos da vida de Jesus. João ( Deus  é misericordioso) era identificado como o discípulo que Jesus mais amava devido a sua pureza, inocência e virgindade.
          Jesus também era profundamente amado por João. Junto com seu irmão Tiago foram chamados de  "Filhos do trovão", devido a seu zelo e amor por Jesus. Ficaram chateados quando os samaritanos não quiseram receber Jesus - o mestre - e pediram que chovesse fogo do céu sobre eles. Amavam tanto a Jesus que um queria ficar à direita e outro à esquerda ao lado de Jesus no céu e afirmavam que queriam beber do cálice do sofrimento e da amargura.
          João recosta a sua cabeça no peito de Jesus durante a última ceia; foi o discípulo que estava ao lado da Virgem Maria durante o sofrimento de Jesus do calvario ate a cruz. Quando soube da ressurreição pela boca de Maria Madalena foi o primeiro a correr em direção do sepulcro. Foi João que identificou Jesus às margens do Tiberíades no episódio da pesca milagrosa que ele mesmo descreve. Diz a tradição que João cuidou da Santa Mãe de Jesus a Virgem Maria até o fim de seus dias na terra em Éfeso.
          O imperador Domiciano o prende e o leva à Roma, onde foi jogado em um caldeirão de azeite fervente,  por milagre sai rejuvenecido, sem dano algum. Domiciano o imperador assustado o desterra para a ilha de Patmos, lá ele encontra Jesus ressuscitado que pede para que o mesmo escreva o que ver (resultou no livro do apocalipse) após a morte de Domiciano ele volta a Éfeso, combate os hereges que negavam a natureza divina do Cristo, escreve o seu evangelho por volta do ano 95, escreve três epístolas para estabelecer a verdadeira doutrina.
           Segundo tradição, ele teria morrido em Éfeso em 27 / 12 / 101. Alguns atestam que ele não morreu, em João( 21, 15-23) "Fique vivo, até que eu venha", outra fonte diz que o mesmo morreu de morte natural por volta do ano 103 D.C. aos noventa e quatro anos de idade em Éfeso. 

Padre Antonio Gouveia

terça-feira, 16 de abril de 2013

ALVORECER DA RENOVAÇÃO

  O episódio da pesca milagrosa relatada por São João no capítulo 21, 1-19, é proclamado no 3º domingo da Páscoa.  As margens do mar de Tiberíades, acontece a 3ª aparição de Jesus ressuscitado para os discípulos: Simão Pedro, Tomé, Natanael, os filhos de Zebedeu João Tiago, André.
             Pedro decide pescar. Os discípulos que estavam com ele o seguiram nesta empreitada, porém nada conseguiram durante a noite, pois as dificuldades simbolizadas na noite dizem respeito as trevas e que impedem de pescarmos, não simplesmente peixes mas, almas para Deus, converter corações, formar comunidades de pessoas vivas, ressuscitadas.
            Ao amanhecer, nas margens encontra-se Jesus, que a princípio não foi reconhecido pelos discípulos, talvez pelo fato de ainda estarem envolvidos nas trevas da noite anterior, Pedro sabia muito bem esta situação, Ele ainda sentia o peso de sua negação com relação ao Cristo, o cantar do galo ainda era vivo nos seus ouvidos.
             O surgimento de Jesus coincide com a aurora, Ele é o sol de um novo amanhecer, aquele que tem o poder de dissipar as trevas e envolver tudo e todos com sua luz. Cumprimenta os discípulos "moços tendes alguma coisa para comer", a resposta é negativa "não", esse "não" apresenta toda ausência de esperança e confiança e ao mesmo tempo revela o sofrimento, abatimento e frustrações de quem não consegue nem o que precisa para comer, Para resgatar neles a confiança momentaneamente perdida, Jesus ordena "lançai a rede à direita da barca e achareis", obedecendo-o não conseguem puxar a rede para fora devido a quantidade de peixes."
              Algo acontecia no íntimo desses discípulos. O discípulo amado de Jesus, João em perfeita sintonia com o que estava acontecendo, fala para Pedro baixinho "é o Senhor" , ao ouvir, Pedro tem a confirmação do que já percebera antes, mas  guardava consigo, o mesmo estava nu, ou seja, desprotegido, envergonhado, fraco, perdera as vestes quando negara o Senhor,  como Adão e Eva despidos no paraíso se distanciaram de Deus, Pedro também se sente só e longe do seu Senhor.
             Convém que agora se revista de novo, na esperança do ressuscitado, que com os raios de um novo amanhecer confere-lhe a vestimenta espiritual que tanta falta lhe fizera. Atirando-se ao mar vai ao encontro de Jesus, arrastando as redes com os peixes.
             O trabalho realizado com o aval de Jesus, produz frutos valiosos mas não tira o esforço, pois tiveram que arrastar a rede até a praia. Jesus permite que pesquemos almas e isto é bom, sobretudo se como Pedro obedecermos, porém, temos muitas vezes que arrastar estas almas até Deus.
             A rede não se rompe, sinal de segurança e unidade, Jesus garante com a sua proteção a solidez e a confiança. Após esse esforço de arrastar a rede, o suave convite de Jesus "vinde comer",  Jesus é o próprio alimento, a seiva edificante, Ele é o pão da vida que fortalece todos que Nele querem reabilitar-se de suas fraquezas. Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar algo a Jesus, não só porque tinha certeza de que ali está o próprio Jesus agora ressuscitado, mas porque tinham consciência de tão grande graça e participando daquele momento sobrenatural pasmados, não tinham palavras, apenas faziam uma tremenda experiência, experimentavam o próprio céu.
             Pedro é três vezes questionado por Jesus acerca do seu amor, sendo positiva as respostas, desaparece a sua negação anterior. Surge aqui um Pedro novo revestido da confiança em Jesus, por isso Jesus profetiza quando fores velho "estenderás as mãos e outras te levará para onde não queres ir", Pedro  totalmente fortalecido, revestido da verdade e não da negação, abraça nesse momento uma forma magnífica e no futuro vaia ser guiado ao martírio para glorificar à Deus.
             Não desanimemos se algumas noites forem de crise, trevas, pesadelos e tormentos como aquela noite da pescaria frustrada que os discípulos experienciaram. Aguardemos ansiosos o amanhecer, pois em cada manhã, o Cristo resplandecente concede a todos que nele espera, a ressurreição eterna.

Padre Antonio Gouveia.

domingo, 14 de abril de 2013

GRAÇA SANTIFICANTE

                   A graça santificante, é um poder sobrenatural (fora da simples condição humana) que Deus concede a alma, algo como uma roupa que reveste o filho e a filha de Deus, é o próprio amor de Deus nos transformando, divinizando-nos, fazendo com que participemos da vida de Deus, é um dom para a alma.
                  O catecismo nos diz: "A graça é uma participação na vida de Deus". O estado de graça é aquele momento magnífico em que somos inundados na nossa alma, na nossa inteligência, nossa vontade com o poder de Deus.Compreendemos como graça santificante aquilo que atuando em nós, nos leva a alcançar a vida eterna e os favores de Deus que age em nós, nos convertendo, nos fazendo novos nele próprio, nos identificando como seus.
                   "Pela graça de Deus, sou o que sou" (1Cor 15,10) nos ensina São Tomás de Aquino que o Cristo filho de Deus e Salvador nosso é a plenitude absoluta da graça, a origem de todas as graças e profusamente, gratuitamente, Ele oferece a toda humanidade. Depois de Cristo a Virgem Maria é cheia de graça, como professa o anjo Gabriel: "Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo" (Lc 1,28), revestida com o poder sobrenatural e transbordando a sua alma de graça santificante, que nela atuava. O Espírito Santo virá sobre Ela "O Espírito Santo virá sobre Ti e a virtude do Altíssimo te cobrirá com sua sombra" (Lc 1,35).
                    Coberta  com a sombra do Espírito Santo, conserva para todos nós a plenitude absoluta da graça , Jesus Cristo a benevolência e fidelidade de Deus dirigida a todos. "A todos os que estão em Roma, queridos da Deus, chamados a serem Santos, a vós graça e paz da parte de Deus nosso pai, e da parte do Senhor Jesus Cristo"  (Rm 1,7).

Padre Antonio Gouveia

sábado, 13 de abril de 2013

BÍBLIA III

                     Pentateuco é o nome dado aos primeiros cinco livros da bíblia: Gênesis, Exodo, Levítico, Números e Deuterônomio, esses  livros contam a história de Israel desde a criação do mundo até a morte de Moisés, para os Judeus essa coleção de livros forma a lei chamada por eles de Torá, essa lei é recebida por Moisés no monte Sinai e ensinada à todos.
                     Pensava-se que estes livros foram escritos por Moisés, porém estudos minuciosos distingue  na sua escrita quatro fontes de informações: fonte Javista, fonte Eloísta, fonte Deuteronomista e fonte Sacerdotal.
                     Na fonte Javista, é descrito a origem da humanidade e do mundo, tem uma linguagem imaginativa, Deus é apresentado como um ser que age como homem (antropomórfico) Deus é identificado pelo nome Senhor Javé.
                     Na fonte Eloísta, Deus é apresentado como um ser espiritual e comunica-se com os homens através dos profetas, é bastante usada a figura de anjos nesses relatos e Deus é chamado de Heloim.
                    Na fonte Deuteronomista, Israel é representado como povo eleito de Deus e é observado o valor e o destaque do culto.
                   Na fonte Sacerdotal é apresentado a genealogia dos povos, é dado destaque para a soberania divina, o culto é apontado como algo importante.
O Pentateuco, nome dado pelos cristãos, ou a Torá nome dado pelos judeus, terminou de ser escrito no século V A.C.. É a história do povo de Israel que olha para o passado aprendendo com o mesmo e reconhece Deus como alguém que o elegeu, protege e o conduz, nesta coleção de livros é dado destaque todo especial aos patriarcas (pai da fé) Abraão, Isaac, Jacó e Moisés.

Padre Antonio Gouveia

sexta-feira, 12 de abril de 2013

VIRTUDES

                   A virtude é uma disposição interior dada por Deus que leva o ser humano  a praticar o bem e buscar uma inclinação moral. A doutrina católica nos ensina que existe três tipos de virtudes: virtude teologal, virtudes cardeais e virtudes humanas.
As virtudes teologal são três: FÉ, ESPERANÇA e CARIDADE, as mesmas são infundidas por Deus no ser humano e crescem através da graça santificante,  conduzem o ser humano a viver com determinação.
A FÉ nos leva a crer em Deus e em sua palavra dirigida aos homens e mulheres, sendo Deus a própria verdade, pela FÉ Ele nos conduz a Si.
A ESPERANÇA é uma força gerada pelo Espírito Santo que nos conduz a Deus, nosso Pai e Criador. Com esta esperança que é uma virtude, somos convidados a criar um mundo novo.
A CARIDADE é o agir daquela pessoa que tem fé e também vive de esperança, lutando e confiando em Deus, a caridade é "vinculo de perfeição" (Clo 3,14).

                 As virtudes cardeiais dão amparo e reforça o ser humano levando-o a praticar o bem, são elas: PRUDÊNCIA: é a atitude que nos ajuda a discernir o bem do mal; JUSTIÇA: é a vontade e o agir que faz o ser humano reconhecer em si e no outro aquilo que é devido e justo; FORTALEZA é aquilo que dá força ao homem e as mulheres nos seus momentos de dificuldade, encorajando-os a não desanimarem; TEMPERANÇA é aquilo que orienta a pessoa, o bom senso na busca dos prazeres e faz o ser humano dominar os seus instintos (vontade descontroladas).

As virtudes humanas são aquelas atitudes que o ser humano pratica quando se encontra apoiados nas virtudes teologais e nas virtudes cardeais: castidade, generosidade, temperança, paciência. caridade, humildade, diligência.
A prática das virtudes humanas nos fortalece a lutar contra os pecados capitais, que são contrários a lei divina. O papa Gregório Magno no final do século VI os definiu assim:
- Luxúria: valorização exagerada dos prazeres mundanos;
- Gula: ser dominado pela boca, buscando satisfazer-se apenas na comida, esquecendo-se   
             de outros compromissos da vida; 
- Avareza: acumular riqueza a qualquer custo;
- Ira: viver sob o ódio, cultivara raiva e praticar a vingança;
- Soberba: é aquela pessoa que se acha melhor que todas, orgulhoso e arrogante;
- Vaidade: fazer de tudo para conseguir beleza exterior e com isso dominar os outros;
- Preguiça: viver sendo um peso para os outros.

Os pecados capitais são uma influência do mal que penetra no ser humano, destruindo-o, por isso devemos praticar virtudes teologal, virtudes cardeais e virtudes humanas.
Em 2008 a Igreja Católica percebeu outras formas de pecados capitais: O uso de drogas, poluição do meio ambiente, injustiça social, riqueza excessiva, geração de pobreza, violação à vida. Somos convidados a avaliar a nossa vida e construirmos um mundo a partir das virtudes e não dos pecados.

Padre Antonio Gouveia

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terça-feira, 9 de abril de 2013

BÍBLIA - II

                

 Os monges, frades, monjas e todo clero da Igreja católica dedicavam suas vidas às cópias da bíblia sagrada, muito antes da descoberta da imprensa ocorrida em 1455, esse trabalho minucioso realizado nos mosteiros e claustros tinham como finalidade, conservar, multiplicar e distribuir a bíblia. O Concílio de Toledo em 835 D.C. insistia que os Bispos exigissem de seus sacerdotes que se instruíssem nas sagradas escrituras, em muitos casos o clero era obrigado a saber de cór todos os salmos e o N.T. , foi neste ambiente que o monge Lutero foi obrigado a conhecer a Bíblia, fato que mais tarde ele negaria quando abandonou a Igreja.
                     Em 776, MAINZ, RABANMAUR, já havia traduzidoo V.T. e N.T. para o idioma teotonic (antiga língua da alemanha) mais tarde, Valafrid Straban traduziu toda a bíblia para o Alemão. Na Alemanha antes de Lutero em 1522, já se podia enumerar mais de 14 edições da Sagrada Escritura publicadas no alemão clássico, cópias estão preservadas no Mosteiro de Tepl, três cópias se encontram preservadas na livraria dos padres Paulinos em New York. Em Nurenberg existe uma cópia da edição alemã ilustrada com gravações coloridas, feita por A. COBURGER do ano de 1483 - ano em que Lutero nasceu - . O Sr. H. STEVENS escreveu no athenaeum, em 06 de outubro de 1883 um artigo, página 434: "Por volta de 1507 mais de 100 Bíblias latinas tinham sido impressas, de todo preço e todos os tamanhos.  Treze edições da vulgata para o alemão e outras línguas modernas, qualquer estudante pode verificar tudo isso com uma simples visita ao museu britânico onde a maioria das Bíblias mencionadas podem ser vistas".
                    Com estas informações pode se por um ponto final na enganosa propaganda feita pelos protestantes, crentes e evangélicos, de que Lutero tenha sido o primeiro a traduzir a bíblia para o alemão. Ele recopiou uma vez que ele não sabia ler, entender e muito menos escrever as línguas originais: grego e hebraíco.
                     O professor protestante, LINDSAY pesquisando sobre a reforma admite que outras traduções da bíblia para o alemão foram feitas muito antes de Lutero começar a recopiá-la, ele diz: "seria um grande erro acreditar que a igreja católica, na idade média tenha procurado manter a bíblia distante do povo".
                     É mérito da Igreja católica conservar, traduzir, divulgar, ensinar a palavra de Deus para o mundo graças ao empenho e o zelo da igreja católica, podemos conhecer a bíblia em toda sua grandeza e totalidade.

referencias: Bíblia como chegou até nós - EGIONOR CUNHA
                       editora Ave-maria, 1ª edição 2000
                       Padre Antonio Gouveia

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