quinta-feira, 10 de outubro de 2013

VIDA PAROQUIAL (FOTOS)


               
Jesus é o sacerdote verdadeiro e único, nele se apóia toda vivência sacerdotal, que todos os sacerdotes encontrem na fonte do coração de Jesus sacerdote, fé, força, amor, coragem, luz, determinação, simplicidade de servir ao povo de Deus.






Aprendamos a tudo fazer por amor, na gratuidade apontar para a humanidade ainda que meio a tormentos e sofrimentos, o caminho do céu, juntos trilhemos com confiança e alegria, pois o Cristo nos espera de braços abertos, caminhemos ao seu encontro a cada dia.









Com amor, alegria formamos comunhão, vamos felizes levar ao mundo e aos irmãos o Cristo.










Palavra conhecida, palavra vivida, é no amor que semeamos a palavra da Senhor.









A igreja é a casa de irmãos, nela e com ela vivemos em comunhão.









Nascer na fé, viver na fé, crescer na fé, construir tudo na fé e no amor, para na caridade receber a eternidade.







Acolhe Senhor a nossa família, tudo te pertence, és nosso pai criador, por tudo, obrigado Senhor.








A alegria de te amar e ser amado, faz-nos viver com mais amor, conserva-nos na tua igreja Senhor.









Na convivência, a união, nela a força que nos leva ao trabalho e ao amor ao irmão.



A amizade floresce, onde reina o amor e a paz, também passa a existir a alegria eo perdão.








A presença dos irmãos vivendo em união, impulsiona a vida para um futuro de comunhão.










A presença de Nossa Senhora, nos une como filhos ao redor de uma mãe, que o poder de Deus presente em Jesus, nos faça ser família santa e evangelizadora.











Fomos gerados no teu amor Senhor, sustentado com o poder de tua palavra e para sempre seremos guiados no seguimento da tua vontade







A certeza de te seguir Senhor, é a alegria que temos de sempre caminhar, guarda-nos e nos conduz.












A tua misericórdia está conosco e a todos faremos conhecer o teu amor.









oh! Divina Misericórdia, para Ti, altares e flores, oferta sublime, para os que tudo te oferece, paz e luz desfrutarão.









Recebe nosso canto e nosso louvor, junto com a assembléia, cercados de anjos e santos a Ti cantaremos eternamente.






Acolhemos o Cristo, quando acolhemos e convivemos com o irmão.













Oferto ao Senhor o meu trabalho e minha vida, sois o meu Deus, minha coragem e esperança, tudo te pertence.















Onde há trevas, reine a luz.













Em Ti confiamos e esperamos, pois a tempo nos acolhe em tua casa.










A fraternidade é o laço que não se intimida com a distância, sempre seremos e somos irmãos.








A Santo Antonio, minha devoção, minha fé são flores, minhas andanças andores.









O Santo sai do meio dos irmãos, que cada dia a igreja seja comunhão, e como os santos vivam a união.









Obrigado, pela convivência e pela celebração no nosso meio.











Se milagres desejais, recorrei à Santo Antonio, vereis brotar o amor, a fé e a união.










A alegria de ser santo, é anunciar com amor, o evangelho e a comunhão.










A experiência de santidade, se resume em servir no Cristo comunhão.










A Santo Antonio peçamos, dai-nos o pão em forma de amor e perdão.










A santidade faz resplandecer a luz, expulsando do coração a escuridão.










Os lírios plantados na vida, edificam o jardim, onde semeamos a santidade.









A fé, o amor e o perdão, três degraus que levam à comunhão.










Para a fome do mundo, o alimento: amor, caridade e união.











A alegria de servir é a força de nosso trabalho.












Viva São João, viva São Pedro, viva Santo Antonio e muito amor entre os irmãos.










A partilha é o solo criado por Deus que acolhe a semente do amor e faz brotar a flor da fé, perdão e comunhão.







Paróquia, comunidade de convivência, de trabalho, de conquistas, paróquia comunidade que agrega a comunidade que a cada um de nós que somos comunhão, no Pai e no Filho e no Espírito Santo.








A experiência de viver em Deus, nos favorece a descobrir a beleza que existe no irmão.









Estaremos juntos, ainda que as circunstâncias nos separem.










Aquele que consegue vencer as tentações e se tornar santo, levanta na mão a palma da vitória.










Vamos juntos crescer na caminhada, vestindo a roupa da santidade, da fé, r do amor.








A cada dia, damos um passo à frente, apoiando-nos no irmão. Avante!.












Agradecemos a descoberta de que é dando-nos as mãos, que buscamos realizações.











O meu céu começa aqui na terra. Não me cansarei de construir o paraíso aqui.











Em tua casa, encontramos abrigo e descanso.











Somos crianças abençoadas por Deus.Por isso somos felizes na casa do Pai.












Na liturgia da vida, somos convocados a proclamar as certezas e verdades que nos vem de Deus.










Olhando para a frente descobriremos que o passado foi um mestre, meditemos sobre as lições.














Louvai o Senhor para sempre, na assembléia dos santos.










Santo anjo do Senhor meu zelo guardador, sempre rege, me guarde e me ilumine. Amem.









Irmão que com fé em Deus se apoia no irmão, não cairão no chão.













A cruz é a árvore da vida, que nos dá abrigo.















Com nossas vestes alvejadas no sangue do cordeiro, vivemos a comunhão.











Na união, a comunhão.














No ofertório, depositamos a nossa esperança de colaborarmos com a casa do Senhor.










Criança feliz, feliz a cantar, desperta no coração a vontade de rezar.














Diante da cruz de Jesus, todo ser humano encontra o perdão.














Em procissão, em romaria, o ser humano cresce, caminha com alegria, construindo a fé de cada dia.



Anunciarei pelas ruas, que o Senhor é bondoso e a todos conduz.










Sou feliz Senhor! porque tu vais comigo, caminhamos lado-a-lado, és meu melhor amigo.








Na escuta da palavra
de Deus hoje, 
construiremos 
o amanhã.









domingo, 6 de outubro de 2013

MESMO SENDO INÚTEIS, DEUS NOS ACOLHE

                    As leituras do vigésimo sétimo domingo do t.c. ano C, nos ajuda a compreender que fé, é uma realidade toda particular entre o fiel e Deus, a mesma não pode ser medida, passa por crises, em alguns momento esta fraca, em outros forte, fé é a experiencia da fraqueza humana, diante da grandeza de Deus.
          Habacuc na primeira leitura, confronta Deus num diálogo provocante, "Senhor até quando clamarei sem me atenderes", "Até quando devo gritar a Ti sem me socorreres". O que espera Habacuc?, não é um Deus que venha resolver os seus problemas, como um magico, mas um ser humano possuidor de uma fé capaz de apontar saídas às situações difíceis, com o auxilio da justiça divina, que interiorizadas na vida, torna justas as pessoas, o justo é aquele que vive por sua fé, se conscientiza que muitas realidades do mal podem ser mudadas, nos relembra neste sentido o salmo, 94, "Não fecheis o coração, ouvi a voz de Deus!". É com coração (vida) aberto que escutamos a Deus, ao seu encontro caminhamos, adorando-o, louvando-o questionando-o, como Habacuc. Pois ele é o nosso Deus o nosso Pastor decididamente proclamamos "Somos o seu povo e o seu rebanho".
             Na segunda leitura,  Paulo nos convida reavivarmos a chama da fé, que é um dom de Deus, neste reavivar nos fortalecemos. Vençamos a timidez, que é uma fé fraca, com sobriedade, sem estéria religiosa, com amor testemunhemos nosso Salvador Jesus Cristo, testemunho que deve acontecer até as últimas consequências, tomemos coragem, se for preciso soframos pelo evangelho, como aconteceu com Paulo que, por Cristo evangelho de Deus, se tornou prisioneiro. Se suportarmos tudo, fortificados por Deus, guardaremos o precioso tesouro da fé, que pela a tradição autentica da Igreja, chegou ate os nossos dias, com a ajuda do Espírito Santo que em nós habita, passaremos para gerações futuras a experiência apostólica, solo fértil da edificação, alicerce da igreja Una, Santa Católica.
        Lucas apresenta os apóstolos, pedindo ao Senhor Jesus: "Aumenta a nossa fé", em resposta Jesus aconselha a terem fé do tamanho de uma semente de mostarda, já é o suficiente, afirma que com ela poderemos enfrentar o mar, que são os problemas, dificuldades, tormentos, sofrimentos, humilhações, desesperos, que como as ondas  de um mar em tempestade, nos sacode para todos os lados. 
             Com esta fé, pequena no meio desses tormentos, se fixará a amoreira, símbolo da oração, da firmeza, esperança, fé, a árvore que nos ampara - o próprio Jesus -, em seguida nos apresenta Deus como aquele que prepara a mesa para nos servir, deixando bem claro que o poder se apresenta no serviço. 
              Nos faz perceber o quanto somos inúteis com relação ao que devemos fazer para Deus, pois os nossos atos ainda que bons, serão sempre minúsculos diante da grandeza de Deus. Se temos fé, é para o nosso próprio bem, se praticamos bons atos como caridade, oração, prática da palavra de Deus...é muito mais que nossa obrigação fazermos isso, como nos relembra a oração da coleta desta missa (M.r pag 371) "Deus eterno e todo poderoso que nos concedei no vosso imenso amor de Pai mais do que merecemos e pedimos", por melhores que sejam nossas práticas religiosas,  elas não nos fazem alcançarmos nada diante de Deus, as boas práticas devem ser realizadas sim, pois humaniza a bestialidade humana.  Deus é este que, no seu amor nos concede muito mais do que merecemos, pedimos na nossa pequenez, entre crises de fé, ele é o nosso socorro, esperança, por isso deposita em nossas mãos a construção de um mundo muito melhor, estruturado com a fé e a vida.

Pe. Antonio Gouveia

sábado, 5 de outubro de 2013

MOMENTOS DE VIDA COMUNITÁRIA (FOTOS)



1ª EUCARISTIA  2.013


Foi um momento festivo para as crianças, para as
catequistas, e toda
comunidade paroquial.


obrigado Jesus.






Senhor Jesus, a Ti entregamos a nossa vida, queremos caminhar contigo e para sempre sermos tua igreja.




 Casa de Deus, é a comunidade que se faz igreja, acolhendo o povo de Deus que a caminho busca construir um mundo novo de fraternidade amor e paz. Contamos com vocês crianças .





Senhor Jesus, seja a nossa força e nossa Luz, para iluminar a nossa caminhada, banha toda a terra no esplendor do teu brilho, para que no fulgor do teu amor sejamos inundados.






Em tua casa somos felizes, participamos da ceia do amor.









         

DOMINGOS DE RAMOS - 2.013


Em procissão vamos todos juntos caminhando para a páscoa definitiva desde já aclamando a Deus que se faz o caminho e nos conduz.



Juntos, reunidos, formamos a comunidade viva, caminhante, atuante, e orante, Jesus nos levará ainda que por caminhos tortuosos, mas com ele estaremos.



Sem desanimar, cantando e esperando vamos trilhar os caminhos da história deixando nossos rastros que não se perderão no tempo, pois Deus que abarca tudo nos eterniza.



O coração de Jesus é a nossa morada, o centro da nossa vida, a união que nos congrega e nos irmana para juntos dispostas caminharmos, entregando a nossa vida a cada dia ao mistério de Deus.

                   


Levantemos a bandeira da vitória simbolo de conquista, de coragem, proclamemos pelas ruas "DEUS É REI"







Sou feliz Senhor!, porque tu vais comigo, caminhando lado-a-lado com meus irmãos, nos fazemos amigos.






O ontem e o hoje, assim como o amanhã, pertencem a Ti, caso me cance sejas o meu repouso e abrigo.








Caso o futuro seja incerto, pela minha fé não desistirei.Pois guiado pela Santíssima Trindade para a frente andarei.










O Segredo de se realizar grandes conquistas, consiste em nunca caminhar sozinho.






Ainda que em meu pecado, abriga-me Senhor em tua casa, pois estando nela sinto-me em teus braços.








Eternamente cantarei, proclamando no meio da assembléia o teu amor e o teu poder que a cada dia eu experimento na minha pequenez.






Deus nos uniu na sua criação, estejamos no Cristo, unidos e recriados a cada dia. Pois no teu mistério, nos faz existir para sempre.







Servir na alegria, para edificar na fé, a comunidade de irmãos, desejada por Deus, edificada no Cristo e assistida no Espírito Santo.





                                                       BEIJO DA CRUZ - 2.013





Acorremos a Santa Cruz, com beijos e orações, pois dela brota para a humanidade a seiva da vida eterna.


 






Vitória Tu reinarás, oh! Cruz tu nos salvarás, no teu regaço nos ampararás.
 


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Toma Senhor em tuas mãos, 
a humanidade e a ela vinde socorrer, pois em vós esperamos e confiamos.



SEMANA SANTA - 2.013


VINDE, VINDE TODOS!!!, PARA A CASA DO SENHOR!!!

A ELE ACLAMEMOS COM FERVOR, COM CANTOS E HINOS DE LOUVOR.






O Senhor derramou em nossa vida a sua luz, tomemos consciência de que iluminar é nossa vocação.









Na mesa o pão! que é Cristo a comunhão, na mesa o vinho, que é seu sangue, o nosso perdão.








Família que reza unida, permanece unida.








CELEBRAÇÃO NA PRAÇA - VILA UNIÃO

Proclamai a grandeza do Senhor em todos os lugares, chamai homens e mulheres, crianças, jovens e idosos, para testemunhar o amor de Deus, que edifica e constrói um mundo novo.






Unidos em Cristo, formaremos uma comunidade viva que acredita no poder daquele que se eterniza pela sua obra criada.





Com a Virgem Maria, apareça no mundo inteiro, o amor, a vida, a paz, a saúde, a fé sólida, e a alegria de servir o irmão.










Dai-nos a tua paz e a tua benção Mãe do Céu, a todos guardai no vosso manto materno.









Oh! Virgem Maria sois minha força e esperança de cada dia.









Devemos sempre recorrer  à Deus, pois antes de tudo, Ele já nos possuía, nosso presente e nosso futuro sempre em Deus existirá.









Pelo batismo damos os primeiros passos na caminhada da fé

sábado, 28 de setembro de 2013

A MISERICÓRDIA DE DEUS E A RIQUEZA DOS POBRES

            No vigésimo sexto domingo do t.c. ano C, a igreja reflete nas palavras de Jesus, o valor de se confiar em Deus. Através da história do rico e do pobre Lazaro, narrada por Jesus, percebemos o valor de esperar e ter confiança em Deus, que prepara para cada um, um lugar, tanto na terra como no céu.
            O homem rico de bens materiais, porém pobre na alma, desfrutava a vida vestido de forma elegante, dava festas todos os dias. O pobre materialmente chamado Lázaro, era rico na alma, pois aguardava em Deus, nu cheio de feridas, faminto, procurava a porta do rico para sobreviver, esperava sobras que caiam da mesa para matar a fome, o que sobra na mesa do rico é a causa da pobreza de Lázaro, ainda hoje os excessos dos ricos é pobreza, miséria de muitos, abandonado, sozinho, vivia na companhia dos cães, que lambiam suas feridas, tal vida de sofrimento teve fim quando morreu, mas, ao morrer vieram os anjos e o levaram para junto de Abraão.
            Morreu também o rico e foi enterrado; fica claro o destino de cada um; Lázaro levado pelos anjos. O rico simplesmente enterrado. Encontrou-se na região dos mortos meio aos tormentos que não experimentara em vida. Diante de tanto sofrimento levantou os olhos pedindo socorro, avistou o pai Abraão com Lázaro ao seu lado, aquele que antes sofrera agora desfruta da segurança,  da paz eterna. Diante desta visão, grita o ex-rico em seu sofrimento "Pai Abraão, tem piedade de mim! manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a minha língua, porque sofro muito nestas chamas". Abraão é a simbologia do Deus justiça. 
  • recorda dizendo: "Lembra-te que recebestes teus bens durante a vida, Lázaro os males, aqui Lázaro é consolado e tu é atormentado, há um grande abismo entre nós e vós, os que estão aqui não podem ir aonde tu estás, nem os daí vir aqui". 
  • O ex-rico insiste: "manda Lázaro à casa de meu pai alertar os meus irmãos, preveni-los para que não venham à este lugar de tormento".
  • Abraão diz: Eles tem Moisés e os profetas que os escutem.
  • mas uma vez o ex-rico insiste: manda um dos mortos quem sabe se convertam. 
  • Abraão interpela: Se não escutam Moisés e os profetas não acreditarão num morto que voltou.
          Lázaro representa todos os periféricos da vida, aqueles identificados por Paulo na segunda leitura à Timóteo, como: o homem de Deus,  aquele que foge das coisas perversas, busca a justiça, a piedade,  vivendo na fé,  pratica  o  amor,  é manso, tem   firmeza  no  combate  da  fé.  O  rico,  são  todos aqueles  que  recebem  a  benção  da riqueza, mas  se  deixam escravizar pela mesma, isolando-se do  próximo, imagem da porta do rico que separava a realidade de Lázaro da do  rico, são aqueles apresentados por Amós na primeira leitura. Fica bem entendido, que o destino das pessoas depende  daquilo que as mesmas constroem no dia-a-dia de suas vidas.
           Lázaro em toda sua pobreza, é o perfeito testemunho dos que só esperam em Deus e suporta todos os reveses da vida, mas não se deixam abalar. Tal confiança, fez com que se encontrasse diante do pai Abraão, o abrigo seguro. Ao contrário, aquele rico sem nome desfrutava de uma vida de benesses, mas não usava nada do que possuía para construir o seu céu, recebe o lugar de tormento. 
           Se em vida o pobre Lázaro era lambido pelos cães, na eternidade o rico é lambido pelas chamas de fogo. A distância, o verdadeiro abismo que separava o pobre Lázaro do rico, agora existe na eternidade, separando o rico Lázaro daquele que arde nas chamas, sua miséria é eterna. 
        Podemos aprender que as distancias, os abismos, devem ser enfrentados enquanto estamos à caminho, em vida, como nos recorda a oração da coleta desta missa que reza: "Derramai sempre em nós a vossa graça para que caminhando ao encontro das vossas promessas alcancemos os bens que nos reservais" (missal pg 370).
         Enquanto Lázaro esperava as migalhas de pães caírem da mesa do rico, na eternidade o rico espera uma gota de água cair do dedo de Lázaro, para aliviar sua sede.
         A consciência permanece viva na eternidade, atormentado, aquele que fora rico, chega a interceder junto a Abraão em favor de seus irmãos que ficaram na terra. A questão do caminho é retomada "que escutem os profetas e as leis", percebendo a incapacidade, dos seus irmãos (são todos aqueles que no comodismo abandonam a Deus e a sua santa lei) de ouvirem as leis, a alma sofrida insiste novamente "manda um morto e eles acreditarão", tal pedido é ignorado "se não escutam Moisés nem os profetas, não acreditarão num morto que voltou". A alma do ex-rico continua sem compromisso, buscando ganhar a salvação para os seus de forma fácil. 
           Serve este relato para que fixemos nossa confiança em Deus-Pai. Deixemos a Palavra de Deus, ser a maior riqueza de nossas vidas, assim quando formos tomados pelos anjos, seremos libertos de nossos pecados, proclamaremos a bondade de Deus com os anjos e os santos.

Pe. Antonio Gouveia